Água, lama, enchentes, avalanches, dor, deslizamentos, mortes, incapacidade, isolamento, vidas destruídas, esperança. Uma das maiores tragédias naturais brasileiras da história chocou o Brasil.
Depois do pior ter passado e vivendo em alerta, é hora de reconstruir e recuperar o que foi perdido. E é esse o tema central dessa pequena postagem: a reconstrução com a solidariedade.
De vez em quando, eu, por aqui, faço algumas críticas ao povo brasileiro. Porém, também sei reconhecer o lado bom do meu povo. Ouvi dizer que isso é um instinto nosso, de certa forma, é um instinto maravilhoso. E o nosso povo brasileiro o tem: a ação humana, a tão pedida solidariedade em momentos tão difíceis como esses.
Quantas vezes não vimos o povo brasileiro ajudando de alguma maneira, seja em Santa Catarina, seja na Bahia, seja no Rio de Janeiro, seja em qualquer parte do mundo. O povo brasileiro sempre se destaca quando o assunto é solidariedade, e assim o faz na esperança de que o ajudado tenha um reinício de vida menos complicado, que a dor seja ao menos diminuída. Roupas simples, alimentos não perecíveis, brinquedos etc. Uma movimentação em prol da ajuda ao próximo.
É ajuda chegando do Brasil inteiro, até a presidente Dilma sobrevoou uma das cidades serranas atingidas do Rio de Janeiro. Acredito que também tenha sido um ato humano da presidente e não tenha tido nenhuma demagogia.
Um papel importante a ser ressaltado é o trabalho dos voluntários. Muitos destes perderam seus pertences e o mais precioso, seus familiares. Mesmo abaladas pelas perdas, essas pessoas não hesitam em ajudar e possuem um único incentivo, achar pessoas vivas e até mesmo recuperar corpos já em decomposição.
Um trabalho massivo, cansativo e árduo e continuam a ajudar. Esse é o povo brasileiro. Isso me dá orgulho. Pena que só vemos isso em momentos trágicos, mas ainda temos isso em momentos trágicos, pelo menos. E vou batendo na mesma tecla, enquanto houver pelo menos isso no povo brasileiro, haverá também a esperança de uma sociedade menos injusta. E termino com uma frase que se tornou meio que um bordão para mim.
"Por enquanto, eu vivo mergulhado em utopias, ainda tenho devaneios por necessidades" - Essa frase é da minha postagem do dia dois de outubro de 2010, do texto Terra do Nunca!
Depois do pior ter passado e vivendo em alerta, é hora de reconstruir e recuperar o que foi perdido. E é esse o tema central dessa pequena postagem: a reconstrução com a solidariedade.
De vez em quando, eu, por aqui, faço algumas críticas ao povo brasileiro. Porém, também sei reconhecer o lado bom do meu povo. Ouvi dizer que isso é um instinto nosso, de certa forma, é um instinto maravilhoso. E o nosso povo brasileiro o tem: a ação humana, a tão pedida solidariedade em momentos tão difíceis como esses.
Quantas vezes não vimos o povo brasileiro ajudando de alguma maneira, seja em Santa Catarina, seja na Bahia, seja no Rio de Janeiro, seja em qualquer parte do mundo. O povo brasileiro sempre se destaca quando o assunto é solidariedade, e assim o faz na esperança de que o ajudado tenha um reinício de vida menos complicado, que a dor seja ao menos diminuída. Roupas simples, alimentos não perecíveis, brinquedos etc. Uma movimentação em prol da ajuda ao próximo.
É ajuda chegando do Brasil inteiro, até a presidente Dilma sobrevoou uma das cidades serranas atingidas do Rio de Janeiro. Acredito que também tenha sido um ato humano da presidente e não tenha tido nenhuma demagogia.
Um papel importante a ser ressaltado é o trabalho dos voluntários. Muitos destes perderam seus pertences e o mais precioso, seus familiares. Mesmo abaladas pelas perdas, essas pessoas não hesitam em ajudar e possuem um único incentivo, achar pessoas vivas e até mesmo recuperar corpos já em decomposição.
Um trabalho massivo, cansativo e árduo e continuam a ajudar. Esse é o povo brasileiro. Isso me dá orgulho. Pena que só vemos isso em momentos trágicos, mas ainda temos isso em momentos trágicos, pelo menos. E vou batendo na mesma tecla, enquanto houver pelo menos isso no povo brasileiro, haverá também a esperança de uma sociedade menos injusta. E termino com uma frase que se tornou meio que um bordão para mim.
"Por enquanto, eu vivo mergulhado em utopias, ainda tenho devaneios por necessidades" - Essa frase é da minha postagem do dia dois de outubro de 2010, do texto Terra do Nunca!