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15 de abril de 2011

Espere por mim!

É Carnaval. Ôh, época boa! Boa para se destrair, se divertir, pelo menos, no meu ponto de vista.

Nunca deixei de me divertir no carnaval, é uma época fantástica. Mas desse carnaval eu não quero saber. Um desânimo sem fim.

Eu sei a explicação para esse desânimo, em contrapartida, tento fazer-me acreditar que não consigo achar justificativas.Tento esquecer, tento com todas as forças voltar como era, mas qualquer situação me faz relembrar.

Muitos dizem que é pelo fato do acontecimento que eu tenho de cair na folia para eu me esquecer integralmente. Porém, esses mesmos "muitos" também nunca, bem provavelmente, passaram pela situação que enfrentei. Uns entendem, outros não. E fico me perguntando: será que eles não pensam como se estivessem em meu lugar? Será que nunca sentiram o medo, de passar a ter esse vazio da noite para o dia?

Agora é só eu e mais eu. O que representa muito pouco. Já que não a tenho mais para me completar. Perdi-a. Como fui deixar isso acontecer? Não a tenho mais do meu lado. O meu medo veio à tona e agora é realidade. Pensava eu: o que será de mim se ela não estiver mais aqui? Na mesma hora desviava os pensamentos.

Carnaval? O que é deixar de ter uma folia perto do vazio que ela me deixou? Estou determinado a não querer mais isso para mim. Carnaval para mim agora será sinônimo de descanso. Estarei limitado a olhar a fotografia de minha mãe. Minha base foi tirada de mim e agora me vejo igual ao World Trade Center. Foi feito contra mim um atentado, dos mais graves e violentos da história.

Foi-se antes do tempo. Não me deixou realizar meus sonhos, estes, a maioria, era em relação a Senhora.  A partir daqui, não me imagino sem meu amor maior. Onde estiver, olhe por mim, minha Mãe. Um dia, encontrarei-te novamente. Não darei uma de escapista. Deixarei as coisas acontecerem naturalmente até que nos encontremos.

Mãe, espere por mim!

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Texto meramente fictício, pois minha mãe está mais viva como nunca.

E sou orgulho da mamãe!
               Ela é um exemplo de vida para qualquer um!!!

10 de outubro de 2010

8 de outubro

O dia 8 de outubro é muito especial para mim e para todos que conhecem essa Mulher. Mais um aniversário.

Eu preciso escrever algo Dela e para Ela, principalmente, pois quando falei do meu Pai aqui há alguns meses e Ela leu o que eu falei do meu Pai, percebi que Ela sentiu um ciuminho. Mas nada demais.

São tantas coisas para se escrever Dela, que torna-se quase impossível descrevê-la. Ela é a minha base, ela quem moldou-me, ela quem atura-me, principalmente, pois reconheço que sou um pouco chato.

Digo que sou eternamente grato, eternamente não, pois nasci com bronquite(brincadeira!), é eternamente sim.
Eu poderia resumir esse texto em apenas uma palavra: MÃE. Sou abençoado por ter uma MÃE, dela vem aquelas palavras peculiares que uma MÃE representa: amor, mas amor mesmo, a ponto de ter aquele super-protecionismo(mais uma palavra), educação vem de casa, especialmete. E tantas outras que tentam definir uma MÃE verdadeira.

Lembro-me bem da época de primário, na qual tinham aquelas apresentações em homenagem aos Dia das Mães, e eu, completamente tímido e envergonhado, tentava fazer a melhor homenagem possível.
Esta Mulher, a partir dos meus 8, 9 anos de idade, foi ao mesmo tempo minha Mãe e meu Pai, não só meu, de meus irmãos também. Digo que ela soube, sabe e continuará sabendo por mais meio século de vida desempenhar esse papel.

E chegará uma hora, que eu vou ter também que fazer a minha parte, não só por obrigação, mas também por prazer. Até porque, como eu disse, sou eternamente grato por tudo que vem fazendo por mim. Espero que faça essa "retribuição" da melhor maneira possível, só que desta vez sem timidez e vergonha.

E termino esse pequeno e sincero texto com aquela arcaica frase: MÃE, eu te amo!