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7 de abril de 2011

Comoção

O que os brasileiros viam apenas pela TV, noticiando o mesmo tipo de notícia lá de fora, aconteceu no Rio de Janeiro.

Não há o que falar. Um cidadão covarde, com acesso fácil a armas de fogo, comoveu o Brasil. Pessoas e mais pessoas chocadas.

Um domicílio público, a escola municipal ficará marcada para o resto da história, não digo na história do povo, digo em relação aos alunos do local, aos trabalhadores em geral que ali trabalham, à própria escola. É triste as imagens das crianças correndo pedindo ajuda. Chega a ser mais triste ainda a entrevista de uma senhora que mora em frente ao colégio, que teve sua casa invadida por 20 crianças desesperadas aproximadamente.

As crianças entraram na casa dela pedindo ajuda, algumas baleadas e sangrando, dizendo que tinha um homem atirando dentro da escola. A mulher não sabia o que fazer, se ajudava ali ou se ia atrás de notícias da própria filha, que também estuda na escola e estava lá no momento.

Em relação ao covarde do autor, não dá para dizer que ele é um maluco, um psicopata etc., só dá para afirmar, por enquanto, que ele é mais um assassino dessa sociedade mórbida. O que diriam os grandes pensadores da sociologia, da psicanálise? Conflitos e mais conflitos, impulsos e mais impulsos. É comovente.

As crianças hoje, infelizmente, foram as que pagaram por uma burrice cometida pelo povo brasileiro em 2005. Não que o "não" do brasileiro ao desarmamento há quase seis anos seja o principal causador dessa tragédia, mas precisamos colocar essa questão novamente na mesa de debate para que seja feito um novo plebiscito. Eu ainda não votava, foi um voto a menos para o desarmamento.

Até a presidente Dilma chocou-se com o ocorrido, sendo oportunista. Chegou a chorar, declarando que poderá ir ao enterro das crianças. Aí o ex-presidente Lula verá os índices de aprovação dela superarem os seus de início do governo.

Espero que nossa presidente não esteja agindo com um pingo de demagogia. E esteja, assim como toda a população, realmente comovida com o que ocorreu.

Por fim, deixo aí minha solidariedade para com as crianças e as famílias delas. E que as famílias tenham força para se reerguer.

Espero que tenhamos aprendido com o ocorrido. Plebiscito já!

9 de setembro de 2010

Alívio momentâneo

Na minha terceira postagem neste blog, falei sobre o líbero brasileiro Mário Jr. que teve roubadas sua medalha de ouro e a placa de melhor líbero da Liga Mundial de vôlei, na qual o Brasil foi eneacampeão.

Depois de um mês esperando com esperança de ter seus pertences de volta, ele procurou o presidente da Confederação brasileira de vôlei(CBV) para que este tivesse contato com a Federação Internacional de Voleibol(FIVB) para que esta o enviasse pelo menos as réplicas de suas premiações.

O líbero, portanto, obteve uma resposta positiva da Federação Internacional e dentro de um mês irá ter o que tanto deseja.

"Vai ser a mesma sensação de ter a original. A que vão mandar não vai ser nem a réplica, vai ser como se estivessem me entregando no campeonato. A medalha é a mesma, a placa também. Só vai mudar a data mesmo!" - disse o jogador.

Que bom que essa história teve um final feliz, entretanto, desta vez conseguiram recuperar, porém, nem sempre será possível isso ocorrer no país da Copa e das Olimpíadas. E quando não for possível? Este é um grande problema...

3 de agosto de 2010

A violência e a medalha perdida!

Todos que acompanham o esporte nacional sabem que há pouco tempo a seleção brasileira de vôlei foi eneacampeã da liga mundial do mesmo! Foi uma conquista brilhante, com a seleção se isolando na frente sendo o país que mais conquistou títulos desta competição, ultrapassando a Itália que tem 8 títulos!

Porém, depois de um tempo o que fica de recordação de uma conquista importante é um diploma, é uma medalha, entre outras coisas que você pode depois de um tempo pegar, lembrar e dizer, isso aqui eu conquistei com suor!  O vôlei que é uma das alegrias do Brasil, uma das poucas coisas que lhe dá a possibilidade de falar com orgulho que é brasileiro! 


Entretanto, o líbero Mário Jr. não deu a sorte de ser pego por ladrões que fossem capaz de reconhecer, esses ladrões roubaram a placa de melhor líbero da competição e a medalha de ouro que ele conquistou com muito suor, mas não apenas o suor de dentro de quadra, mas também o suor da batalha, da força de vontade, os obstáculos e os ciclos que se passam até chegar a um título! 


O Mário Jr. daqui uns anos, se os seus pentences não forem recuperados,  não poderá desfrutar dessa sensação de ver tudo o que passou numa medalha, talvez o que possa servir de consolo será a memória, já que foi mais uma vítima da violência no Brasil! E mais uma vez se bate na tecla, quando daremos um basta na violência? São ditas muitas soluções, porém se faz pouco! Esse ano é de eleição, pensemos nesse ponto, faça com que ele pese na hora de sua decisão! Não espere esse problema te atingir...